Nada melhor que uma história de casamento contada pelo noivo (também). Esta história é assim, cumplicidade pura e entrega total. Uma texto maravilhoso escrito à 4 mãos. Fernanda e Max explicaram com detalhes como fizeram um casamento morando em outro país, e deram várias opiniões e dicas preciosas.

 

Amigos de infância, viveram parte de suas vidas bem separados (geograficamente inclusive), mas compartilhavam o básico de amizades distantes: feliz aniversários, alguns poucos encontros e nada mais. Até que um reencontro de amigos em NY mudou o curso da história. Logo estariam morando novamente na mesma cidade e a amizade volta a participar da rotina deles. Em uma festa, surpreendendo os amigos que também estavam presentes…

 

“… acabou rolando, na frente de todos os nossos amigos de infância. Ninguém acreditou (nem a gente!).”

 

Escutamos muitas histórias sobre opostos que se atraem, e acontece, são muitos casos maravilhosos. Mas a Fernanda trouxe uma outra colocação muito interessante, que vem da experiência deles de amar um amigo escolhido. São duas pessoas que mantiveram carinho e contato porque tinham afinidades. Este amor, que brota da escolha livre com quem quer conviver; esse teste de amar mesmo dividindo a maior intimidade que se tem com um amigo, quando acontece… só pode ser (mesmo) muito especial. Vale a pena ler a história deles, e o pedido – o pedido foi lindo…

(N.A: Max, você arrasou!!)

 

Conheça esse casamento perfeito produzido pela Ana Paula Tabet, na Fazenda Santa Barbara, decorado com perfeição pela dupla Fábio Borgatto e Telma Hayashi

 

Os Casamentos Reais publicados no CaseMe são escritos diretamente pelos noivos, em 1ª pessoa. Nossa proposta é uma troca livre e real de experiências, sejam boas ou ruins, que ajudem outros casais que ainda estão no caminho!

 

 

Noivos: Fernanda Umeoka e Max Goldvag

Local: Fazenda Santa Barbara – Itatiba, SP

Data: 24 de Novembro de 2018

 

Créditos da foto do destaque: Torin Zanette

 

 

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História do casal:

 

Nos conhecemos com 15 anos no colegial. Ficamos muito amigos em pouquíssimo tempo, mas na época nada rolou (na verdade ambos namorávamos). Mais ou menos na metade do colegial (1 ano e meio depois que nos conhecemos), a Fe se mudou para Cingapura. Acabamos perdendo contato, falávamos de vez em quando, geralmente só pra dar parabéns nos aniversários.

 

O Max vinha ocasionalmente para Nova York à trabalho e, numa dessas, marcou de jantar com amigos do colegial que moravam lá. Eu havia acabado de mudar da Califórnia (aonde fiz faculdade e trabalhei) para lá e me juntei ao grupo. A conversa fluiu como se nunca tivéssemos nos distanciado, mas mesmo assim não rolou nenhum clima. Uns 8 ou 9 meses depois, o Max acabou sendo transferido para Nova York.

 

Nosso primeiro beijo foi numa festa de Halloween na casa de uma super amiga nossa. Depois de alguns (muitos) drinks, acabou rolando, na frente de todos os nossos amigos de infância. Ninguém acreditou (nem a gente!).

 

Aquela história de “os opostos se atraem” pode funcionar pra muita gente, mas no nosso caso temos um alinhamento muito grande de personalidade, valores e objetivos. Temos muitos interesses distintos, mas o que mais gostamos de fazer juntos é viajar e comer. E depois malhar pra queimar tudo o que comemos!

 

Nosso relacionamento é pautado por respeito, admiração e amor incondicionais. Somos um time e sempre nos apoiamos. A vida acaba sendo muito mais fácil por termos um ao outro.

 

 

O pedido de casamento:

 

Max – O pedido aconteceu na Brooklyn Bridge, um dos marcos de Nova York. Chamei a Fe para almoçar numa sexta feira (meu escritório ficava ali ao lado, em Wall Street) porque era nosso aniversário de 2 anos e meio de namoro. Falei para ela se arrumar porque ia levá-la em um lugar especial. Nos encontramos e falei pra ela para caminharmos um pouco pela ponte. Ela não ficou muito feliz porque estava de salto alto… Já tinha contratado uma fotógrafa, que estava lá de prontidão para quando fizesse o pedido, então temos fotos muito legais do momento. Também tinha avisado meus sogros e meus pais que iria fazer o pedido, então eles vieram para Nova York para comemorar com a gente.

 

 

Quanto ao anel, eu já sabia exatamente qual modelo de anel a Fe queria (até o tamanho!). Ela gostava muito de um anel do Harry Winston, e eu tinha até fotos comigo. Chegamos a ver em lojas (a Tiffany também tem o mesmo modelo), mas eu optei por fazer o anel com uma amiga joalheira (Marina Fragoso) que também mora aqui, porque queria participar do processo, escolher a pedra e dar pra Fe o melhor anel possível. O anel ficou ainda melhor do que o esperado!

 

 

Créditos: todas as fotos desta matéria são do Torin Zanette

 

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Os Preparativos:

 

Nós estávamos bem relaxados quanto a marcar o casamento, mas um casal de amigos brasileiros que também mora aqui, começou a planejar pouco mais de um ano antes, já que o planejamento seria à longa distância. Nessa acabamos ficando um pouco preocupados e tivemos vários almoços/brunch/jantares com eles para pedir uma ajuda no processo. Basicamente o conselho foi fechar data, local, fotógrafo e vídeo o quanto antes. 

 

 

Acabamos começando a planejar 1 ano antes mesmo. Escolhemos o dia 24 de Novembro porque caía no final de semana de Thanksgiving, um dos principais feriados aqui nos Estados Unidos. Como tínhamos muitos convidados de fora, essa era uma semana boa para o pessoal tirar alguns dias pra ir pro Brasil.

 

 

Essa foi a única coisa que fechamos sozinhos. Nosso casal de amigos recomendou contratar uma assessoria para nos ajudar, especialmente porque não iríamos poder ficar indo pro Brasil toda hora. Acabamos fechando com a mesma assessora que eles, a Ana Paula Tabet. Ela e a Vivi (além de toda a equipe do cerimonial) foram incríveis. Não teríamos conseguido realizar o casamento dos nossos sonhos sem elas.

 

 

Com a ajuda delas, fechamos logo no começo o fotógrafo (Torin Zanette) e Vídeo (Nó de Gravata). O Torin havia feito o casamento de uma das primas da Fe e amávamos o trabalho dele. E o Weslei, e o pessoal do Nó de Gravata, fizeram vários casamentos de amigos nossos.

 

Os preparativos, no geral, foram muito tranquilos. Estávamos 100% envolvidos e participamos de todas as reuniões/calls/tomada de decisão. A mãe da Fe também participou bastante, e envolvíamos a família sempre que em dúvida. Também conversamos muito com nossos amigos pra ver o que gostaram/não gostaram de casamentos que haviam ido recentemente.

 

 

Faltando 6 meses para o casamento, ficamos 10 dias no Brasil fazendo reuniões e degustações todos os dias. Era compromisso das 9 da manhã às 11 da noite. Foi beeem puxado, mas valeu a pena, porque conseguimos fechar muita coisa em pouquíssimo tempo.

 

O que deu mais trabalho foi a parte da decoração, porque queríamos algo muito específico e estávamos falando com várias pessoas ao mesmo tempo. Mas o Fábio Borgatto e Telma Hayashi. foram absolutamente perfeitos, não só no projeto e na execução (que superou TODAS as expectativas e foi super elogiado), mas também no carinho e calma no processo todo.

 

Fomos para o Brasil apenas mais uma vez antes do casamento (um mês antes, justamente para o casamento desses nossos amigos que nos ajudaram, de quem fomos padrinhos) e resolvemos mais algumas coisas nos 3 dias que ficamos lá. E aí chegamos com 10 dias de antecedência do nosso casamento para fechar os detalhes finais. O último mês (em especial essa semana anterior) foram bem corridos, mas no final tudo deu certo.

 

 

No dia do casamento, antes da cerimônia: 

 

Na véspera do casamento fizemos um almoço para nossos padrinhos e nossos amigos que vieram de fora no Casa Vilela, que estava fechado para parte da família da Fe. Aproveitamos a tarde de sol na piscina para dar uma relaxada. À noite comemoramos o aniversário de 90 anos da avó paterna da Fe também no Casa Vilela.

 

Fe – Contrários à tradição, resolvemos passar a noite anterior juntos. Na manhã do casamento nos despedimos e só fomos se encontrar de novo no casamento. 

 

Eu e as meninas ficamos em uma parte da casa nos arrumando e o Max e os meninos em outra. Nos preparativos estava zero nervosa ou ansiosa. Só quando fui sair da casa para entrar no altar que bateu tudo. Já o Max estava nervoso a manhã inteira haha.

 

 

O vestido de noiva:

 

Pra ser bem sincera nunca fui o tipo de menina que sonhava com vestido de noiva. Optei por comprar o vestido nos Estados Unidos mesmo, já que seria muito difícil mandar fazer no Brasil com dias de férias limitados.

 

O mais engraçado era que de primeira já achava que não queria um vestido tomara que caia e justo, mas no final foi exatamente este o tipo de vestido que mais gostei. Devo ter experimentado mais de 100 vestidos e finalmente achei O vestido na Gabriella’s Bridal em Nova York pela designer Marchesa. 

 

 

Já que o vestido em si tinha bastante detalhes com flores e penas na calda, escolhi um véu longo e mais simples e uma grinalda com detalhes de flores para combinar com o vestido.

A cauda tinha botões prontos para prender durante a festa, mas as meninas da assessoria acabaram costurando parte da cauda pra não estragar ela inteira durante a festa.

 

 

Minha maior dica para quem esta começando a ver vestido é para experimentar um pouco de tudo. Você pode acabar se surpreendo com o tipo e corte do vestido que você gosta, como aconteceu comigo.

 

 

Acessórios:

 

Acabei usando só um brinco de brilhantes e o terço da nossa amiga que tinha nos ajudado no processo do casamento e não pode ir ao casamento. Meu sapato mandei fazer no Kila, que foi o mais indicado por todas as amigas que já haviam casado. Optei por um salto branco com um pouco de plataforma e salto um pouco mais grosso para durar a noite inteira. Infelizmente só aguentei 8 horas com ele e tive que trocar pra havaianas depois haha. O buquê deixei nas mãos do Fabio e da Telma e não me arrependi.

 

 

Roupa do noivo:

 

Max – Fe me ajudou. Eu já tinha escolhido a cor do terno (azul marinho) e acabamos comprando um terno Zegna na Bloomingdales pela internet enquanto viajávamos. Super arriscado, mas eu particularmente não tenho muita paciência pra ir em lojas e não estava com tempo pra ficar indo e voltando do alfaiate.

 

Acabamos não gostando nada do terno quando fomos buscá-lo e ele também não servia. Felizmente, encontramos outro na loja do qual gostamos muito. Levei o terno para meu alfaiate que ajustou ele em 2 dias e ficou perfeito. Camisas (levei 2 para o casamento) e gravatas (minha, dos pais e padrinhos) também foram feitas com o mesmo alfaiate.

 

 

 

Cerimônia:

 

Tivemos muita dúvida sobre onde casar – em algum lugar nos Estados Unidos, em São Paulo, no Nordeste. Acabamos escolhendo interior de São Paulo, porque queríamos algo mais ao ar livre, sem cara de salão de festas, e com uma pegada bem brasileira pro pessoal de fora.

 

Também queríamos algo que fosse simples em termos de logística, então acabamos olhando as fazendas próximas à São Paulo. Escolhemos a Fazenda Santa Barbara porque havíamos nos apaixonado pelas fotos e esse mesmo casal de amigos havia visitado (mas não tinham a data que queriam) e gostaram muito. Como tinham nossa data, fechamos sem nunca ter pisado lá.

 

Eventualmente uma das tias da Fe foi lá visitar e fez um FaceTime com a gente pra vermos “de perto”. E um mês após fecharmos, quando estávamos de férias no Brasil, passamos na Fazenda para conhecer e confirmamos que era o local perfeito!

 

Veja a matéria: 8 Fazendas para casar em São Paulo

 

O que mais amamos da nossa cerimônia foi a nossa Chupah (similar à uma tenda, é o “altar” na religião judaica) e os arranjos de flores.

 

 

Nosso celebrante foi o Rony Grabã que foi indicado pela Ana Paula e faz casamentos ecuménicos, algo que era muito importante para nós. Com ele fizemos a cerimônia do nosso jeito. Tivemos discursos de família e amigos e elementos católicos e judaicos incorporados na cerimônia. 

 

 

 

Música da cerimônia:

 

Para a cerimônia contratamos um quarteto de cordas da Musiccata. Tivemos um mix de músicas clássicas e de músicas mais modernas que eram especiais para nós.

 

 

Padrinhos e madrinhas:

 

Foram 8 padrinhos e 7 madrinhas. Os padrinhos usaram terno azul marinho e camisa branca, igual ao Max. As gravatas (que o Max mandou fazer), eram um tom mais claras que a que ele usou. Já as madrinhas usaram vestidos de diferentes tonalidades de rosa. Não queria fazer com que cada uma tivesse que comprar o mesmo vestido que só ia usar uma vez, então cada uma escolheu um vestido e só me mostrou por foto para aprovar.

 

 

 

Damas e pajens:

 

1 dama (dois anos) e 1 pajem (1 ano e meio), os dois são da família. A daminha usou um vestido branco que os pais tinham mandado fazer e o pajem camisa branca, calça caqui e suspensórios. Por incrível que pareça os dois entraram direitinho e de mãos dadas!

 

 

Decoração:

 

Para decoração queríamos algo um pouco mais moderno com toques tropicais e um mix de mobiliário clássico e moderno. O Fábio Borgatto e Telma Hayashi aceitaram a nossa proposta e nos surpreenderam. Por mais que o trabalho deles seja mais romântico e focado em fazenda, eles conseguiram transformar a nossa visão (por mais difícil que fosse explicar ela) em realidade. 

 

 

Bolos e doces:

 

Para o bolo, escolhemos o The King Cake. Adoramos o trabalho do Nelson e sabíamos que estávamos em ótimas mãos. Escolhemos os sabores e falamos mais ou menos o que a gente queria do bolo e ele desenhou e falou que queria experimentar uma técnica nova, então deixamos ele escolher.

 

 

A parte mais difícil foi a degustação de doces porque tivemos que fazer tudo em menos de uma semana. Não aguentávamos mais comer doce! Escolhemos um mix de três doceiras diferentes ,Nininha Sigrist, Pati Piva e Luciana Tabet, e 11 tipos de docinhos no total. Quatro de chocolate, três de fruta, dois de nozes e um de café.

 

Infelizmente não sobrou nenhum doce! Falaram que nossa mesa de doces foi atacada quando os convidados chegaram no salão de festa. Quando fomos tirar foto nela, a equipe da Paula teve que dar uma ajeitada na mesa e adicionar mais docinhos pra gente poder tirar foto haha.

 

Amamos a nossa mesa de doces porque parecia uma floresta. O Fabio e a Telma usaram uma mesa longa e troncos de árvores para colocar os docinhos. Ficou lindo! 

 

 

Buffet:

 

Para buffet escolhemos o Julio Perinetto. Nos apaixonamos não só pela comida, mas pela apresentação. Fizemos mini porções de aperitivos após a cerimônia, buffet para o jantar e mini porções para lanchinho da madrugada. Queríamos elementos brasileiros com uma interpretação mais moderna, e o Julio fez exatamente isso.

 

Depois da cerimônia e sessão de fotos, eu e o Max fomos jantar sozinhos na casa sede, antes de ir para o salão de festas. Foi perfeito porque conseguimos comer tudo com calma, e curtir o momento após o casório.

 

Para bebidas, contratamos o Pinelli Eventos. De drinks servimos Moscow Mule, Caipirinha, Gin & Tonic (drink favorito da Fe), Mojito e Aperol Spritz. Mas o bar fazia qualquer drink de vodka, cachaça, rum e gin com as frutas que escolhemos (morango, tangerina, uva, limão, lima e abacaxi).

 

 

Também servimos vinho tinto, espumante e cerveja, providenciados pelo Bernardo da Porto di VinoPor último, trouxemos várias caixas de whisky, bebida favorita do Max.

 

 

 

Música da festa:

 

Inicialmente queríamos apenas DJ. Vários amigos nossos acabaram optando por não ter banda e estávamos com a mesma coisa na cabeça. Felizmente a Ana Paula e a Vivi nos convenceram de que uma banda faria uma super diferença no casamento, não somente na parte das músicas judaicas, mas também pra levantar o astral com músicas brasileiras, já que vários amigos estrangeiros estavam vindo.

 

 

Acabamos escolhendo a banda Fly9, da SP3. Assistimos vários vídeos de bandas de casamento e adoramos eles. E escolhemos o DJ Max Cardoso, também da SP3, para completar a escalação musical. Fizemos algumas reuniões presenciais e por Skype com o Marcelo da SP3 e o DJ Max, apenas para alinhar o que queríamos e não queríamos. Eles acertaram tudo na mosca!

 

 

A Fly9 foi uma grata surpresa – para nós que não queríamos inicialmente ter banda, ficou evidente que fez MUITA diferença. Eles tinham uma energia incrível e passamos praticamente a festa inteira dançando (uma boa parte em cima do palco!)

 

 

A música que mais marcou o casamento foi “All of Me” do John Legend, que usamos para nossa primeira dança. Vímos o show do John Legend no Greek Theatre em Los Angeles e nos emocionamos com essa música, que ele compôs para a esposa dele.

 

 

Registros:

 

Para foto contratamos o Torin Zanette e filmagem Nó de Gravata. Achamos fácil ser filmados e fotografados durante o dia porque queríamos que cada momento fosse registrado. Difícil escolher um registro que mais gostamos – tudo ficou incrível! Também contratamos um photo booth da TagFesta e usamos os hashtags #FeFoundGold e #FeMaxWedding.

 

 

 

Convidados:

 

A festa foi para 300 convidados. Fizemos uma lista com cerca de 400 pessoas. A assessoria fez RSVP ativo para os convidados do Brasil e nós fizemos RSVP ativo para os convidados de fora. 

 

 

 

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Lua-de-mel:

 

Ainda não fizemos a nossa lua de mel já que havíamos tirado muitos dias de férias, mas marcamos recentemente a  nossa lua de mel. Vamos para o Dubai, Abu Dhabi e Maldivas em novembro, um ano depois do nosso casamento.

 

 

 

Dicas de lua-de mel + novo apartamento:

 

Adoramos não ter que pensar em lua de mel pós casamento. Passamos uns dias em São Paulo com família antes de voltar para Nova York. Já morávamos juntos também em Nova York, então não tivemos que pensar em mais nada depois, só curtir o nosso casamento. A parte mais legal foi que curtimos esse primeiro ano de casados e vamos comemorar nosso um ano com a lua de mel em Dubai, Abu Dhabi e Maldivas.

 

 

 

Presentes:

 

Registamos tudo no Zola.com e foi super fácil. Ainda estamos agradecendo cada presente (que vergonha! Haha), mas o site facilita bastante com nome, endereço, email e presente que cada pessoa deu.

 

Ficha técnica:

 

♦︎ Local: Fazenda Santa Barbara      

♦︎ Celebrante: Rony Grabã

♦︎ Música da cerimônia: Musiccata    

♦︎ Assessoria e cerimonial: Ana Paula Tabet        

♦︎ Fotografia: Torin Zanette   

♦︎ Filme: Nó de Gravata Films   

♦︎ Decoração: Fábio Borgatto e Telma Hayashi  

♦︎ Mobiliário: Cem Por Cento Eventos   

♦︎ Iluminação: DB2 Produção

♦︎ DJ: Max Cardoso Maximo    

♦︎ Banda: Banda Fly9

♦︎ Buffet: Julio Perinetto

♦︎ Open bar: Pinelli Eventos   

♦︎ Bolo e doces: Nininha Sigrist Doces

♦︎ Bolo: The King Cake

♦︎ Bem-casados: Ana Cristina Bem-Casados    

♦︎ Doces: Pati Piva

♦︎ Doces: Luciana Tabet

♦︎ Vestido: Marchesa

♦︎ Beleza: Erick Santos   

♦︎ Acessórios: Brinco da Saks Fifth Avenue

♦︎ Véu e grinalda: Gabriella’s Bridal em Nova York

♦︎ Sapatos: Kila Calçados

♦︎ Alianças: Tradicionais em ouro branco, feitas por Marina Fragoso

♦︎ Terno do noivo: Ermenegildo Zegna   

♦︎ Camisas e gravatas: Alfaiataria Alessandro da “About the Stitch”, em NY

♦︎ Convites: Velox

♦︎ Manobrista: Valet Blue

♦︎ Gerador: Jundiaí

♦︎ Hotel da noite de núpcias: Hotel Fasano São Paulo

♦︎ Lua de mel: Dubai, Abu Dhabi e Maldivas

♦︎ Lista de presentes: Zola

 

 

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