A natureza abriu caminho e abençoou o casamento de Fernanda e Fabiano, a história deste casamento é linda. Nos emocionou. A noiva é uma verdadeira contadora de histórias, sentimos com ela as aflições de cada momento. Foi incrível como os noivos acreditaram que a chuva ia parar; e se não parasse eles iriam casar na chuva mesmo. Vale a leitura para entender os detalhes.

 

Por coincidência, amanhã é o dia da sogra, e a sogra desta noiva é uma das melhores! Além de fazer 500 tsurus para trazer boas energias para o casamento, ela ainda foi coadjuvante na grande surpresa do pedido em casamento.

Não deixem de ler as crônicas deste casamento, que são de tirar o fôlego!

 

Os Casamentos Reais publicados no CaseMe são escritos diretamente pelas noivas ou noivos. Nossa proposta é uma troca real de experiências, sejam boas ou ruins, que ajudem outras noivas que ainda estão no processo, com foco e inspiração!

 

Noivos: Fernanda Gasperin Dian e Fabiano Santos de Campos Junior

Local: Ninho da Roxinha, Vitória, ES. 

Data: 29.07.2017

 

◊ ANTES DO CASAMENTO

 

♦︎ História do casal:

Nós dois somos funcionários do Banco do Brasil. Nos conhecemos em um curso que eu estava participando e o Fabiano era um dos instrutores do curso. Coloco o texto que disponibilizei no nosso site que conta nossa história:

“Tudo começou em 2011, no trabalho. Mais especificamente, em um curso do Banco do Brasil.

Ele era o instrutor do curso. Ela, a aluna não lá muito aplicada.

Ele, super sério, não deu a mínima pra ela. Ela só reparou nele por (má) influência das colegas de trabalho, as “Susus”, Suzana e Suely, que também participavam do curso. E foram elas que, depois de terminado o curso, precisavam tirar uma dúvida e fizeram com que a Fernanda mandasse um e-mail para o tal professor, prontamente respondido, cheio de simpatia e presteza.

Semanas se passaram, sem mais nenhum contato. Um dia apareceu uma solicitação de amizade no Facebook dela, seguida de alguns elogios despretensiosos em algumas fotos. E lá se foram mais algumas semanas, até que o banco implementa uma ferramenta de bate papo online entre funcionários. Ela estava lá, concentradíssima, trabalhando, quando, de repente, pula uma janelinha de um tal “Fabiano Junior” para conversar. O papo fluiu tão bem que ambos esqueceram de voltar ao trabalho naquele dia. E assim foram alguns dias de conversas pelo tal chat até que, finalmente, ele a convidou para sair. E chamou para ir onde? Um forró! Siiiim! Forró!!! Logo ela que não tem um pingo de coordenação motora para dançar nada… Mas ela aceita e vai. Chegando lá, pede logo uma garrafa de vodka para garantir que estaria bem soltinha na hora da dança. Até hoje ela não lembra como foi seu desempenho na dança. Ele garante que dançou muito! Jamais saberemos, mas acho que ele apaixonou mesmo foi pelo gingado e malemolência dela na dança. #sqn

E, desse dia em diante, eles nunca mais se desgrudaram. (Quer dizer, até deram uma desgrudadinha de alguns dias, mas foi só pra ter certeza absoluta que não conseguem mais viver um longe do outro.)”

 

 

♦︎ O pedido de casamento:

O pedido do casamento foi no lugar onde nos casamos. Fomos até lá conhecer o local, pois já pensávamos em casar. Minha sogra, mancomunada com meu noivo, falou “Fê, vamos simular que você está casando pra ver como você se sente neste local”. Ele ficou posicionado onde seria o altar, minha sogra arrancou um galho da árvore para fingir ser o meu buquê e eu entrei na brincadeira. Na hora de simular a colocação da aliança no dedo ele pediu a aliança da mãe dele emprestada (teoricamente). Na hora que colocou no meu dedo vi que era a aliança dos meus sonhos. Uma Bvlgari maravilhosa!!! Chorei e fiquei ainda mais apaixonada!

 

 

◊ O CASAMENTO

 

 

♦︎ Os preparativos:

 

Marcamos a data de acordo com a disponibilidade do local e de todos os fornecedores que queríamos ter. Não tínhamos exigência por uma data X ou Y. Queríamos apenas aquele local e aqueles profissionais. Havia apenas uma data no ano de 2017 em que todos estavam livres, 29/07, então essa se tornou a nossa data. Começamos os preparativos com uns 10 meses de antecedência. Como moramos em Brasília e o casamento foi em Vitória/ES, a organização exigiu um esforço enorme de nossa parte. Precisamos fazer várias viagens para lá e resolver muita coisa por e-mail e telefone. Meus sogros moram lá e puderam auxiliar em algumas coisas, isso contribuiu.

 

♦︎ O vestido de noiva:

 

Optei por escolher meu vestido em Brasília, para facilitar as provas e ajustes. Visitei todas as grandes lojas e estilistas da cidade. Vários vestidos ficaram lindos no meu corpo mas nenhum fez meu coração palpitar mais forte. Alguns eu gostava da frente mas não gostava das costas, outro eu gostava das costas mas não gostava da saia e assim o tempo foi passando… Depois de esgotar todas as maiores lojas da cidade, foi batendo a preocupação… Eu sabia que não ficaria sem vestido, pois vários tinham ficado lindos. Se não batesse forte o coração com nenhum, escolheria qualquer dos que ficaram bonitos.

Um dia, vi no Instagram de uma das lojas que visitei a foto de um vestido da Allure Bridals. Perguntei se a loja tinha aquele vestido lá e disseram que não, mas que eram representantes da marca aqui em Brasília e poderiam mandar vir o vestido dos EUA se eu quisesse. O problema é que, para isso, eu precisava comprar o vestido. Se não servisse ou não gostasse eu poderia escolher qualquer outro vestido da loja. O problema é que esse custava o triplo do preço dos outros vestidos da loja e o prejuízo seria meu. Como sou meio doida, resolvi pagar pra ver (literalmente). O vestido ficou preso na alfândega e demorou muito mais que o previsto para chegar. Quando eu já estava prestes a enfartar, meu vestido chegou, dia 15 de maio, faltando pouco mais de 2 meses para o casamento. Por sorte, ficou perfeito, precisando apenas de alguns ajustes na cintura que estava muito larga. Meu maior medo era o comprimento, pois eu sou muito alta. Tenho 1,79m de altura. Como o casamento foi em um gramado, optei por casar de sapatilha. Graças a isso o vestido ficou no comprimento milimetricamente perfeito. Não tiramos um milímetro da barra.

Não usei véu nem grinalda, pois casei com um penteado semi preso.

 

♦︎ Acessórios:

 

Comprei meu brinco na noite de sexta-feira, véspera do casamento. Sem frescura. A única coisa que usei de família foi o solitário de brilhante que ganhei dos meus pais quando fiz 15 anos.

 

♦︎ Making of

 

O noivo se arrumou com os padrinhos, tomando cerveja no próprio local da cerimônia (onde tem uma pousadinha).

 

 

A noiva se arrumou no salão Urban Beauty, tomando espumante, com as madrinhas, mãe, avó e sogra. Nos falamos apenas uma vez, quando liguei já de dentro do carro para ele, para decidir se casaríamos na chuva.

 

(pausa para contar esta história)

 

Moramos em Brasília/DF. Eu sou natural do Rio Grande do Sul e o Fabiano do Espírito Santo.

Queríamos uma cerimônia ao ar livre, com vista para o mar. Isso era fato. Por isso escolhemos que nos casaríamos na cidade natal dele, Vitória.

Visitamos diversos cerimoniais lá. Muitos deles lindos, mas que não cumpriam nosso pré requisito básico: vista para o mar.

Depois de analisar todas as opções disponíveis, escolhemos o Ninho da Roxinha. Um gramado lindo, com vista para o mar, aliado a um cerimonial fechado que garantiria o conforto do ar condicionado para a hora da festa. Estava decidido que seria lá.

Para o sonho do casamento ao ar livre, dependíamos de um pequeno detalhe que fugia do nosso controle. O tempo. Infelizmente, São Pedro não assina contratos…

Os meses de junho e julho foram muito chuvosos em Vitória, fugindo de toda a normalidade…

Na quinta feira que antecedeu o casamento, nossa cerimonialista, Angela Rodrigues, nos procurou para saber sobre a colocação do toldo, já que a chuva continuava intensa em Vitória e a previsão era de que continuasse chovendo no final de semana. Precisávamos decidir naquele momento, pois a colocação do toldo precisava começar imediatamente.

Decidimos que não. Nosso sonho era casar totalmente ao ar livre, vendo o céu. Autorizamos apenas a colocação de um pequeno toldo lateral para abrigar os músicos da cerimônia, caso chovesse. Mas tínhamos muita fé de que isso não aconteceria. Afinal, nosso santo é muito forte e as previsões do tempo sempre erram.

Desta vez, a previsão não errou.

No sábado, chovia muito.

A medida que o carro que me levava ia se aproximando do local da cerimônia e a chuva ia aumentando, meu nervosismo aumentava na mesma proporção.

 

Quando o carro parou, vi o céu lotado de nuvens pesadas e as gotas de chuva escorrendo intensamente pelas janelas. Nessa hora, chorar foi inevitável.

 

Neste momento, a Angela foi até o carro conversar comigo e saber como faríamos. Uma alternativa era adequar a mesa do bolo e celebrar o casamento lá dentro do cerimonial.

Alternativamente, poderíamos nos casar na chuva, mas isso seguramente comprometeria a participação de várias pessoas que não quisessem se molhar.

 

Concordei em levar a cerimônia para dentro, se o noivo topasse.

Angela correu para falar com ele enquanto tirava o bolo da mesa para transforma-la em um altar improvisado e remanejava a banda da cerimônia para dentro do salão.

 

Vendo tudo isso, senti meu sonho desabando.

Não era isso que a gente queria.

Não era isso que tínhamos planejado.

Não era pra estar chovendo.

Mas estava.

 

 

Como eu mencionei, nosso santo é muito forte. E, graças a isso, tínhamos apenas os melhores fornecedores no nosso casamento. Foto, filmagem, banda, cerimonial, celebrante, tudo… Todos eram OS MELHORES. Desenvolvemos com eles uma relação de amizade, antes do casamento. Viajamos juntos, tomamos cerveja, batemos papo por whatsapp, etc… Graças a essa amizade, eles tiveram liberdade de ir falar comigo. Todos viram a tristeza estampada no meu rosto em formato de lágrimas que destruíam a bela (e cara!) maquiagem de noiva… Eles sabiam qual era meu sonho. Tinham participado dele junto comigo, desde o comecinho da organização.

TODOS ELES, sem exceção, Juliana, Fabinho Travezani, Eduardo Gaurink, Fagner, Milner e Maurício me perguntaram, por que não casar na chuva? Por que desistir de um sonho por algo que não estava no meu controle? Eles tinham certeza que eu carregaria essa frustração para o resto da vida. E, certamente, eu carregaria.

Encorajada por esses insanos (e por 3 copos cheios de whisky gentilmente providenciados pelo Milner), pego o celular e ligo para o noivo. Falo para deixar superstição de não ver a noiva vestida antes do casamento e ir lá decidir comigo o que faríamos. Não foi preciso. Nossa sintonia é tanta, até nas insanidades, que na hora concordamos em casar na chuva.

Tomada essa sabia decisão, testo o coração da Angela com mais afinco. Digo que mudei de ideia e vou casar na chuva. Nesta hora acho que ela desejou ir até o carro e me dar uma bela surra. Mas ela não foi. Estava ocupada demais devolvendo o bolo para a mesa, correndo com o povo da banda de volta para fora e secando as 180 cadeiras que estavam encharcadas.

Não sei se São Pedro teve medo dela nesta hora. Não sei se foram as preces dos amigos. Talvez as promessas que minha mãe fez para que eu pagasse, talvez as simpatias que nossas tias fizeram. O mais provável é que tenha sido tudo isso junto.

O fato é que parou de chover.

 

E todos os nossos convidados, pouco a pouco, foram saindo da varanda e ocupando o gramado. Alguns ajudaram a secar as cadeiras, outros não se importaram em sentar com elas molhadas mesmo. As meninas afundaram os saltos dos sapatos na grama molhada, mas não se importaram. Estavam todos ali entregues, de corpo e alma, para viver este momento com a gente.

 

 

E o céu foi abrindo. Pouco a pouco. Na hora em que estava fazendo meus votos improvisados (optei por deixar o coração falar e não escrevi nada), olho para o céu e vejo a lua. Linda. Brilhosa. Assistindo nossa cerimônia do alto, de um pequeno espaço de nuvens que se abriu somente em cima da gente.

Foi 1 hora e 15 minutos de cerimônia. Cronometrado o tempo sem chuva.

Quando todos entraram no cerimonial para a festa e estavam confortavelmente acomodados, com seus copos na mão, o temporal desabou novamente.

 

 

Além das fortes emoções garantidas pela expectativa da chuva parar, a cerimônia em si foi muito marcante e mexeu com todos os presentes. Seguindo a sugestão do nosso celebrante (Maurício Ehrlich), decidimos por adotar uma cerimônia nada convencional. Madrinhas entrando inicialmente desacompanhadas, noivo entrando com a mãe, noivo saindo sozinho criando expectativa e surpresa nos convidados, noivo retornando em clima de muita festa somente com os padrinhos, ao som de rock’n roll, noiva sendo recebida pelo noivo e pela mãe no meio do caminho, palavras e rituais especiais garantiram lágrimas e risadas, prenderam a atenção de todos e em nada pareceu com as cerimônias longas e monótonas que muitas vezes temos que acompanhar.

 

Veja o filme abaixo para ver esta história contada pelo Eduardo Gaurink. Além da alegria do cortejo diferente, a chuva impressiona.

 

♦︎ Cerimônia:

 

Escolhemos o local pela vista para o mar. Queríamos casar ao ar livre, com vista pro mar e esse lugar atendia perfeitamente. Também foi o local do pedido de noivado, o que tornou ele ainda mais especial.
Nosso celebrante foi o ponto alto da cerimônia.  O nome dele é Mauricio Ehrlich. Me apaixonei por ele há alguns anos, quando o vi celebrar o casamento de uns amigos no Rio Grande do Sul. Desde então eu sabia que tinha que ser ele. Sem dúvidas, foram as palavras dele, aliadas a todo o lance da chuva que parou, o mais emocionante.

 

♦︎ Padrinhos e madrinhas:

 

Foram 8 casais ao todo. Pedimos aos padrinhos ternos cinza e demos uma gravata borboleta cor de rosa. Para as madrinhas, pedimos apenas tons pasteis, deixando-as a vontade para escolher a cor. Cada uma ganhou um corsage para usar no pulso esquerdo.

 

♦︎ Damas e pajens:

 

Não tivemos daminhas, apenas pajens. Os filhos da minha irmã e meus afilhados. Eles entraram com calças azul-marinhas, camisa branca, gravata borboleta e suspensórios cor de rosa de bolinhas brancas.

 

 

♦︎ Decoração:

 

Nossa decoradora foi a Kah Oliveira.
Deixei ela bem a vontade para fazer o que quisesse. Eu confiava (e confio) muito no bom gosto dela. Não mudaria absolutamente nada. A decoração estava perfeita.

Minha sogra fez 500 tsurus que deram um charme super especial às mesas de família. Sem contar no significado dos tsurus. Ficou lindo!

♦︎ Buffet:

 

O buffet era do próprio cerimonial e foi muito elogiado por todos. Optamos apenas por finger foods pois não queríamos comprometer o desempenho da pista de dança se as pessoas comessem demais. Rs! Nós comemos apenas quando fomos ao quarto dos noivos, no intervalo entre a cerimônia e a nossa entrada para a dança. Enquanto eu trocava o vestido para danças, fomos beliscando os mesmos pratos que seriam servidos para os convidados.
De bebida alcoólica servimos whisky, cerveja, bar com drinks diversos e espumante.

 

♦︎ Música da festa:

 

Tivemos banda de cerimônia, banda para a festa DJ e Viollin Live. A música e animação eram uma das nossas prioridades. O resultado não podia ser diferente. 6 horas de muita animação. Todo mundo dançou até acabar com os penteados e encher os pés de bolhas.

 

A gente simulou uma pane elétrica e fez um black out (apagou absolutamente tudo). Todo mundo achou que tinha dado algum problema (ainda mais com toda chuva que estava caindo).

Nisso, acende apenas o telão com um vídeo nosso perguntando se estão achando que deu algum problema, mas que na verdade, estava tudo nos nossos planos e a festa estava apenas começando. Nisso, acende apenas um holofote, virado para a porta, iluminando nossa entrada.

Abrimos a pista com um pout-pourri personalizado (coreografia feita em Brasília pelo dançarino Marcelo Amorim). Começamos com um tango, de Carlos Gardel (Por Una Cabeza), depois passamos para um estilo forró, com “Tu (Trevo|)” de Anavitoria e, finalizamos com uma interpretação bem humorada de “O meu sangue ferve por você” de Sidney Magal.

Para fazer esta dança eu troquei de roupa. Usei um vestido com fendas nas pernas que me dessem mobilidade, principalmente, para os movimentos do tango. Depois, recoloquei o vestido original (afinal, não paguei uma fortuna nele pra usar apenas por alguns minutos, né? rs!).

 

♦︎ Registros:

 

Desde o início eu sabia que não queria economizar com foto e filmagem. Contratei os melhores (na minha opinião, claro). Quando estava pesquisando os fotógrafos fiquei super em dúvida entre 2. Não hesitei e contratei os dois. O resultado foi maravilhoso. Cada um teve um olhar diferente para a festa. Juliana & Fagner são casados e além de fotografar nosso casamento viajaram para Fernando de Noronha com a gente para fazer o nosso pré wedding. Fabio Travezani fotografou a cerimônia e a festa com o olhar que só ele tem para pegar alguns lances impensados.

Também tivemos cabine de fotos no formato de espelho (espelho mágico).

Nossa hashtag foi: #fernandaefabiano

A filmagem ficou por conta do Eduardo Gaurink. Outro daqueles fornecedores que me apaixonei perdidamente. Me emocionei vendo diversos vídeos produzidos por ele e sabia que era ele quem eu queria.

 

♦︎ Convidados:

 

A festa teve a participação de aproximadamente 200 pessoas. Tivemos em torno de 350 convidados. Como minha família toda mora no Rio Grande do Sul, passei toda minha adolescência morando em Florianópolis e hoje moro em Brasília, a grande maioria dos convidados era de fora. Essa distância dificultou a participação de algumas pessoas, infelizmente, mas qualquer lugar que escolhêssemos acabaria prejudicando de algum dos lados.

Nosso RSVP foi feito apenas pelo site iCasei. Infelizmente, percebemos que é importante um serviço de RSVP ativo, pois um grande número de pessoas não entra no site para confirmar presença.

Muitas presenças me surpreenderam. Foi emocionante ver gente de tão longe que se esforçou para estar lá naquele dia. Tenho uma amiga que mora na Península de Maraú (Barra Grande). Viajou 18 horas de ônibus para estar lá. Indescritível ter essas provas de amizade.

 

◊ APÓS O CASAMENTO

 

 

♦︎ Lua-de-mel:

 

Nossa lua de mel foi em Seychelles. Meu noivo sempre quis passar lua de mel lá. Eu, por outro lado, nunca tinha ouvido falar deste lugar. Depois de comprar a passagem fui pesquisar sobre o local e descobri que a princesa Kate Middleton também passou a lua de mel lá. Trata-se de um país constituído por 115 ilhas de um mar azul incrível. Nem preciso dizer mais nada né?

♦︎ Presentes:

 

Nossa lista de presentes foi apenas virtual. Cotas para nossa lua de mel. Agradecemos a cada um, individualmente.

Ficha técnica:

♦︎  Cerimonial e Assessoria: Angela Rodrigues

♦︎ Celebrante: Mauricio Ehrlich

♦︎ Local: Ninho da Roxinha – Vitória/ES

♦︎ Vestido de Noiva: Allure Bridals – representante La Fiancèe – Brasília/DF

♦︎ Cabelo e Maquiagem: Urban Beauty

♦︎ Acessórios: acervo pessoal

♦︎ Sapatos: Jorge Bischoff

♦︎ Buquê: Floragem Plantas e Flores

♦︎ Lapelas dos padrinhos: Kah Oliveira

♦︎ Alianças: Bvlgari

♦︎ Música Cerimônia: Allegretto

♦︎ Música Festa: SetList

♦︎ Fotografia: Juliana & Fagner

♦︎ Fotografia: Fabio Travezani

♦︎ Filme: Eduardo Gaurink

♦︎ Buffet: Ninho da Roxinha

♦︎ Open Bar: Top Drinks

♦︎ Decorador: Kah Oliveira

♦︎ Iluminação: Incolor

♦︎ Mobiliário: Kah Oliveira

♦︎ Flor: Kah Oliveira

♦︎ Plantas: Kah Oliveira

♦︎ Toldo: Estilo Tendas

♦︎ Bolo: Juliana Marculano

♦︎ Doces: Chocolateria Brasil e Ivone

♦︎ Bem-casados: Juliana Marculano

♦︎ Chocolate: Chocolateria Brasil

♦︎ Convite e identidade visual: Ateliê de Projetos Criativo

♦︎ Carro: Jr Auto Classicos

♦︎ Roupa do noivo: RPacheco

♦︎ Manobra e Segurança: Ninho da Roxinha

♦︎ Hotel da noite de núpcias: Golden Tulip

♦︎ Lua de mel: Seychelles

♦︎ Lista de presentes: iCasei

 

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