Quando escolhemos um parceiro/parceira para compartilharmos a vida, percebemos que dividiremos também muitas experiências, compromissos, responsabilidades e preocupações, além dos planos de vida e alegrias.

Alguns dos meus coachees me perguntam como devem proceder no caso de realizarem uma união ou casamento inter-religioso. Essa é uma questão muito interessante e delicada, visto que cada pessoa traz de suas famílias a referência de formação ética, valores e também crenças religiosas.

E ai? Como lidar com tudo isso?

Na verdade toda e qualquer religião que é focada no bem, na caridade, na justiça social, na responsabilidade consigo mesmo e com o meio ambiente onde atua; toda e qualquer religião é ótima e não há uma melhor do que outra.

Na minha percepção como coach de relacionamentos, há sim uma identificação com uma crença que faça sentido na sua vida, certo? Posicionem-se e avaliem criteriosamente se vale a pena realizar um casamento civil, inter-religioso ou ecumênico.

O único cuidado que recomendo é que respeitem sempre um ao outro, assim como os seus principais valores e crenças; procurem chegar a um consenso do que é prioritário a ambos. Atenção para não criar um cenário em que tenham que representar personagens que podem transformar-se em incômodo pelo resto da vida em comum.

Sejam vocês na essência, criem para vocês e todos a sua volta um momento único, pleno em significado, que represente a verdadeira intenção de estarem juntos e marcar oficialmente no coração/memória do casal e de seus familiares o compromisso que assumirão de corpo e alma através da oficialização do casamento.

 



O importante é ser feliz, companheiros, zelar pela integridade do outro e preocupar-se em dar sempre o melhor de si, a cada dia para fortalecer o relacionamento, pois a rotina é um desafio à paixão e ao sonho de que tudo será sempre maravilhoso e perfeito.

Tudo vale a pena!!! Invistam na qualidade de vida e bem estar, em um ambiente saudável, prático e acolhedor a ambos, na flexibilização no cotidiano , na necessidade de ter e dar limites, até aprender a dizer não quando desejar ou precisar.

Eu estou com o mesmo companheiro, marido, amante, apoiador, há 30 anos entre namoro, separação e casamento. Ainda bem que somos diferentes de quando nos conhecemos, pois tivemos muito o que aprender um como outro, a respeitar limites, a superar obstáculos, a investir no desenvolvimento individual e do casal e principalmente nos flexibilizar para nos mantermos juntos e com orgulho um do outro até hoje.

Façam valer a pena!!!! Com carinho, bjs da sua coach.

 

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