Camilla e Guilherme moravam juntos há dois anos quando a “chavinha” para fazer uma festa de casamento virou.

Eu nunca me imaginei de noiva, não tinha esse sonho, mas não dá pra explicar tudo o que acontece com a gente nesse processo. Vamos do inferno ao paraíso dos paraísos. Depois que acaba a festa, só fica a saudade, a vontade de voltar no tempo, a certeza de que tudo realmente valeu a pena, as emoções e boas energias que cada lembrança carrega. É uma delícia! Fico feliz pela nossa chavinha ter virado!” – Camilla

Precisa de mais alguma introdução, não né? Conheça a história do casal e veja como foi seu casamento:

Noivos: Camilla Bello Coltro e Guilherme Coltro

Data: 01.04.2017 

Local: Villa Bisutti, SP

◊ ANTES DO CASAMENTO

História do casal: Tinha recém-chegado em São Paulo, quando recebi a visita de algumas amigas do Recife, e fomos todas jantar com um casal de amigos, a Juliana e o João, íamos juntos para o Lollapalooza, um festival de música… O João convidou o Guilherme, seu amigo, para esse jantar, e nesse primeiro encontro apenas trocamos olhares e telefones.

Em nossa primeira conversa pelo WhatsApp, no dia 01 de abril, há exatos 04 anos… falei que era noiva, mas ainda bem que ele estava focado, porque assim que o dia da mentira acabou, também terminou meu noivado fake… aí ele me convidou para beber vinho e eu fui.

Os dias se passaram e a vontade de estarmos juntos aumentou, sem reservas, nem disfarces, sem palavras, em silêncio. Um mês depois, veio o pedido de namoro, estávamos no carro voltando para casa após uma sessão de cinema e eu fiz o pedido… mas ele o oficializou no dia seguinte, com flores e tudo mais…

O pedido de casamento: Ele fez o pedido durante o ano novo, em Recife, com a minha família reunida, ou melhor não fez… Foi tanta emoção que ele nem conseguiu falar…

Para o anel ele já tinha todas as referências, afinal eu já tinha dado todas as indiretas possíveis, inclusive já havia mostrado a foto! 

◊ O CASAMENTO

Os preparativos: Costumo dizer que casar com toda pompa e circunstância nunca foi um sonho meu ou do meu noivo. Já moramos juntos há dois anos (um mega teste drive, né?! Haha), então já nos sentíamos casados, sabe?! Mas nos últimos tempos, pessoas muito amadas por nós casaram com festa, e estar presente e ver a emoção desses momentos fez virar uma “chavinha” na gente. Pensamos que essa seria a única oportunidade que teríamos na vida (sendo de cidades diferentes – eu de Recife e ele de SP) de reunir os nossos melhores amigos e familiares, as pessoas que mais amamos, em um mesmo local, celebrando o nosso amor. Foi esse pensamento que nos fez bater o martelo e decidir.

A ideia inicial era fazer algo pequeno, para umas 50 pessoas, um mini wedding, algo mais intimista. Mas, na hora da lista, obviamente não conseguimos ser tão resumidos. Sempre rolava a preocupação de chatear alguém por não convidar. Então a festa foi tomando outro rumo e outra proporção… virou um festão!

No momento em que decidimos fazer algo, pensamos em 27 de maio, um sábado, por ter um feriadão, o que facilitaria os meus convidados de fora, e por ser no fim de semana que completaríamos 4 anos de namoro. Mas quando finalmente achamos um buffet que atendia todas as nossas expectativas, a unidade que eu queria não tinha a data disponível. Eles nos ofereceram o dia 1 de abril, também em um sábado, e, por coincidência, uma data importante para nossa história, quando completaria 4 anos que nos falamos pela primeira vez no Whatsapp. Quando nos perguntam o motivo de termos escolhido essa data, costumo dizer que ela que nos escolheu.

Tive apenas 7 meses pra organizar tudo. Contratei assessoria apenas para o dia, então o processo de organização foi tumultuado. Sou muito perfeccionista e queria encontrar os melhores fornecedores, com os valores mais honestos, sabe? Na busca por equipe de foto e vídeo, por exemplo, peguei orçamento com uns 50 profissionais – juro! Loucura, né? Eu provavelmente estava pirando mesmo hahah. Minha sogra me ajudou bastante em alguns pontos, e a família participou do que conseguiu via internet, mas as decisões foram todas minhas.

Até mais ou menos 1 mês e meio antes da festa, eu fui uma noiva total bridezilla, mas chegou um momento em que eu parei, respirei fundo algumas vezes, viajei com meu noivo, e decidi que nada mais me estressaria (além do normal) em relação ao assunto casamento. Então me transformei numa noiva zen – mesmo. Tive problemas sérios com meu vestido de noiva e 10 dias antes da festa não tinha nenhum, graças a um erro da marca com quem fechei. Fiz alguns tratamentos estéticos que deixaram meu rosto com alguns hematomas duas semanas antes do casamento. Entrei na piscina no mês anterior à festa e meu cabelo, que era loiro, ficou completamente verde. Fui no salão tentar corrigir e ele acabou tendo corte químico… Enfim, muito caos. Mas, juro, nada disso abalou meu estado de demência. Hahaha.

Lembro que cheguei na porta do buffet e fiquei no carro, esperando o cortejo dos pais, padrinhos e pajens. Fiquei uns 10 minutos lá, sozinha e ainda nervosa. Até que resolvi esperar fora do carro, dentro do buffet, onde meu irmão, que me levou até o altar, estava me esperando. Foi nesse momento que consegui olhar a decoração do corredor de entrada e da mesa de doces. Nesse exato momento eu fiquei muuuito tranquila, feliz e realizada. Ver tudo ali, além das minhas expectativas, foi o que me fez perceber: pronto! Todo o estresse valeu a pena, agora é o momento de curtir cada segundo. E foi exatamente o que eu fiz. No tapete do altar, fiz questão de olhar nos olhos e sorrir de verdade pra todos os convidados. Não saí da pista nem pra ir ao banheiro – juro! Nem lembrei de tirar o salto na festa pra colocar a rasteira. Nem senti meus pés! Hahah
Ah, mas é isso… Aquele clichê que te falam repetidamente durante o processo de organização  que “no fim, você vai ver que tudo valeu a pena” é muito real! Eu nunca me imaginei de noiva, não tinha esse sonho, mas não dá pra explicar tudo o que acontece com a gente nesse processo. Vamos do inferno ao paraíso dos paraísos. Depois que acaba a festa, só fica a saudade, a vontade de voltar no tempo, a certeza de que tudo realmente valeu a pena, as emoções e boas energias que cada lembrança carrega. É uma delícia! Fico feliz pela nossa chavinha ter virado!

 

O vestido de noiva: O vestido foi outro ponto complicado no meu momento bridezilla. Como eu nunca pensei em casar, nunca tinha parado pra pensar com que vestido usaria, não tinha um vestido dos sonhos, nenhum modelo ideal. Mas como trabalho com moda, sou exigente em alguns pontos. Faltando pouco menos de seis meses para a data marcada, visitei vááários ateliês e lojas de vestidos de noiva aqui em São Paulo, perdi as contas de quantos vestidos provei esperando ter aquele momento que várias noivas falam que tem, de se emocionar assim que veste e ter certeza que aquele é o vestido perfeito, sabe?! Eu não tive isso com nenhum modelo pronto, então resolvi fazer um sob medida.

Busquei muuitas inspirações na internet, sempre de modelos com rendas. Até que fui em uma loja e provei um modelo inteiro em Zibeline, sem renda, e me apaixonei pelo caimento e elegância do vestido. Decidi que queria um assim. No mesmo local, o estilista me mostrou um bordado agulha-mágica pronto, feito no tule, que ficaria perfeito aplicado no vestido liso em zibeline. Então batemos o martelo.

Dica: Depois que você, noiva, escolher o seu modelo e assinar o contrato, PA-RE imediatamente de ver outros modelos nas redes sociais, ampliando a pastinha de referências no celular ou computador. Se você bateu o martelo nesse modelo, é porque, muito provavelmente, ele é perfeito pra você. O período de produção e a espera é longa, portanto ficar vendo outros vestidos te deixará mais insegura e confusa. Assinou o contrato? Então risque o tema da sua lista e comece a resolver (e pirar com) outros assuntos. Ah, se o vestido for sob medida, também tente não criar muitas expectativas para as primeiras provas, vá bem consciente de que a única coisa que você vai ver é um esboço, um projeto do que será o seu vestido na penúltima, ou mesmo na última prova.

 

Acessórios: Essa parte foi bem simples. Usei um par de brincos da minha sogra e a grinalda eu já havia escolhido na Esposar.




Making of: Na véspera do casamento minha família e melhores amigas tinham chegado na cidade e resolvemos sair pra comemorar, acabei chegando em casa às 2 da manhã. Ou seja, não rolou sono de beleza pra mim. Ainda assim, acordei totalmente tranquila, nem parecia que eu ia casar. No processo de arrumação, já no fim da tarde, o nervosismo começou a bater e então eu passei por um mix de sentimentos… do choro fácil ao estresse, passando pela total despreocupação com a hora e prováveis atrasos da minha parte, afinal, era o meu dia!

Como já morávamos juntos e estávamos hospedando minha família lá em casa, o Guilherme foi para a casa dos seus pais, no mesmo bairro, na quinta-feira, então dormimos separados até o casamento, mas nos vimos todos os dias – menos no sábado, quando nos falamos apenas por celular.

Durante a tarde, ele mandou um buquê de flores imeeenso para o hotel, junto com um cartão escrito: “Que sejamos sempre nós” (parte de um poema que eu escrevi pra ele no início do namoro – e que ele falou nos votos). Foi o primeiro momento em que eu me emocionei naquele dia.

Cerimônia: Meu noivo (agora marido) e eu focamos tanto na organização da festa, que “esquecemos” de criar expectativas para a cerimônia. Quando eu falava nisso, só me preocupava que ela fosse breve, pra não cansar os convidados e para que não perdêssemos tempo de festa, pista e agitação.

Hoje, passados todos os momentos, posso garantir que a celebração da nossa cerimônia foi uma das mais bacanas que eu já presenciei – sem modéstia. Fico muito feliz que ela tenha sido minha. Pra nós, foi um momento perfeito: emocionante, intimo, 100% verdadeiro e descontraído. Fez rir, fez chorar, fez chorar rindo e rir chorando!

Nosso celebrante foi o Luciano Toledo – uma das melhores contratações da nossa noite. Tooodos os convidados amaram o jeito com que ele conduziu a cerimônia – e isso é raro, né?! Geralmente o povo só quer ir beber hahahha.

Padrinhos e madrinhas: Tivemos 22 casais de padrinhos – 11 de cada lado. Sim, um exagero, mas considero que temos pessoas tão maravilhosas e especiais ao nosso lado, que não conseguimos reduzir esse número.

Pedi aos padrinhos que usassem terno escuro (preto ou grafite) e camisa branca. Demos uma gravata cinza de presente pra eles. As madrinhas não tiveram cartela de cores. Eu apenas pedi que não fossem de branco, off white, preto, estampado ou curto.

 

Damas e pajens: Tivemos dois pajens e nenhuma dama (por falta de meninas pequenas na família mesmo). O Lucas, de 7 anos, e o Felipinho, de 5, são primos de segundo-grau do noivo, filhos de dois casais de padrinhos nossos. Eles usaram terno preto e gravata cinza, como os padrinhos.

Local da festa: Mesmo morando em SP há 4 anos, não conhecia muitos buffets por aqui, então essa também não foi uma escolha fácil. Quando gostávamos de algo em um lugar, outro ponto deixava a desejar, sabe? Ou gastronomia, ou o espaço, ou o mobiliário, ou valor… Até que fomos na Villa Bisutti e, na mesma noite, conhecemos a unidade da Cardoso de Melo. No momento em que botei os pés, me imaginei casando lá. Costumo dizer que eles são uma fábrica de casamentos e sabem entregar uma festa como poucos (embora o processo até o dia possa ser chatinho em um ponto ou outro, eles tentam resolver as questões que você levanta…). A comida deles é ótima, o serviço, a decoração, a limpeza, o espaço físico, iluminação, som… tudo foi perfeito. O fato de que boa parte dos itens é fechado diretamente com e por eles também foi crucial pra nossa decisão, já que me pouparia trabalho e estresse. Enfim, superou as nossas expectativas!

Decoração: A Villa Bisutti tem sua própria equipe de decoração, e essa era a minha grande preocupação. Eu sabia exatamente o tipo de flores e arranjos que queria e o que não queria para a minha festa, então fiquei insegura em relação à execução, já que eles não montam amostras e você não tem contato direto com o decorador, apenas com uma pessoa da equipe dele.

No esquema da empresa, tudo é muito prático e todo o assunto “decoração” tem que ser definido com eles em apenas uma reunião de 1 hora de duração e você só vê o resultado na hora da festa. Detalhista que só eu (e provavelmente como grande parte das noivas em relação a esse assunto), achei que uma única reunião não seria o suficiente pra me deixar segura. E não foi. Acabei pedindo outra pra repassar os detalhes – e, no dia do casamento, ao contrário do que costumam falar, eu fiquei atenta a cada um deles. Mas assim que coloquei os pés lá, fiquei 100% tranquila e realizada, estava tudo muito melhor do que eu poderia imaginar.

Música da festa: Contratamos um quarteto de cordas pra cerimônia e uma banda pra festa, a Bisutti já oferece o DJ (que foi maravilhoso!). A música era outro item de extrema importância pra mim e pro meu noivo. Quando batemos o martelo na decisão de fazer festa, o nosso foco foi: diversão! Queríamos que todos bebessem bem, comessem bem, dançassem e se divertissem até colocarem a gente pra fora do buffet por “tempo esgotado”. Queríamos a pista fervendo até o último segundo de festa e rolou super!

Nós entramos no salão com “Feel so close”, do Calvin Harris, e dançamos “Everything”, do Michael Buble (inclusive, na noite em que fizemos 1 mês de casados, ligamos o rádio do carro e, por coincidência, estava tocando ela! #mimimi ❤).

Buffet: O buffet foi do próprio local e foi servido no estilo franco americano. Também contratamos lanchinho da madrugada e duplicamos a quantidade de doces e bem-casados oferecidas pelo buffet. Quisemos ter uma mesa sempre cheia e reposta. Demos preferência às sobras (e sobrou bastante) do que faltas. Pelos elogios que recebemos até hoje, acredito que estava tudo delicioso! Nós, porém, infelizmente não conseguimos comer. Até sentamos e tentamos, mas estávamos tão extasiados, querendo aproveitar tudo, que não rolou fome.

Para bebidas tivemos bar de caipirinhas, cerveja, chopp, vodca, vinho, whisky…

 

Registros: Eu sou a louca das fotos! Deve ter dado pra notar quando eu falei que orcei 50 profissionais da área, né?! Hahaha. No fim, gostei muito do trabalho de dois deles, o Bruno Franco e o Renan Sesicki, e achei que o olhar e edição de um completaria o trabalho do outro. Por isso, contratei os dois! Fora isso, tivemos cabine de fotos, álbum de mensagens, e criamos a hashtag #camillaeguigo.

 

Convidados: A festa foi pra 200 convidados, nós convidamos quase 300. Do meu lado, eu sabia desde o início exatamente quem viria, já que existia a questão do deslocamento, então foi mais simples fazer uma lista – que automaticamente foi reduzida. Desde o início eu segui o raciocínio de querer apenas os meus melhores amigos ali comigo.

Fizemos RSVP ativo apenas pra lista dos meus sogros e do noivo. Algumas pessoas que confirmaram acabaram não indo. Imaginávamos que íamos ter que pagar pessoas excedentes no final da festa, mas foi a quantidade exata que tínhamos contratado.

Pouco antes do casamento, uma madrinha nossa contou que na festa dela, ela não fez os cumprimentos, e uma tia-avó dela que estava na festa acabou falecendo pouco tempo depois. Essa madrinha diz que se sente culpada por não ter ido dar um abraço nela. Não quisemos arriscar ter esse tipo de sentimento, sabe? Então fizemos questão de cumprimentar todo mundo durante o jantar, passamos de mesa em mesa. Um gesto de educação com quem teve a consideração de ir na nossa festa. E por incrível que pareça isso acabou sendo mais “rápido” do que imaginávamos, deu tempo de curtir bastante a festa.

Cada pessoa que estava ali era muito especial pra gente e merecia a nossa atenção, afinal, era por isso que estávamos fazendo a festa, pra estar com eles. Todos deixaram e levaram histórias pra contar!

Lembro que às vezes, na pista, eu fazia questão de parar de dançar e olhar ao redor, pra guardar os momentos na memória. Daí eu via os nossos melhores amigos e familiares felizes, dançando, se divertindo, rindo… Isso me completou e me marcou em vários sentidos. Foi ali que eu percebi que, sim, valeu MUITO a pena!

Dica: O meu principal conselho pras brides to be é: se permita curtir cada segundo do seu dia, da realização de tudo o que você planejou e se dedicou intensamente. Você vai passar por um turbilhão indescritível de sentimentos a cada minuto, sinta cada um deles. Não tenha pressa, não se pressione, apenas crie memórias. Olhe cada um dos seus convidados nos olhos, olhe o seu futuro marido nos olhos, sorria com os olhos. Não se preocupe com nada. Se algo der errado, só você vai saber – e é provável que nem saiba. Tenha uma boa assessoria pro dia, ela vai assegurar que você não saiba, não é dinheiro jogado fora, é a sua paz de espírito. Novamente: viva (mesmo!) o seu dia, viva seu o amor e garanta que tudo seja fotografado e filmado, pra reviver tudo isso sempre que sentir vontade.

◊ APÓS O CASAMENTO

Lua-de-mel: Ainda não fizemos. Vamos para a Africa do Sul e Ilhas Maurício no segundo semestre. Mas passamos a semana seguinte ao casamento no Hotel DPNY, em Ilhabella.

Dicas importantes sobre a organização pós casamento + lua-de mel + novo apartamento: Hum, acho que não consigo ajudar nisso… fizemos cada coisa em um tempo diferente. Nosso apartamento já é montado e decorado, nosso casamento foi prioridade no momento dele. Agora vamos pensar e planejar com calma a lua de mel

Presentes: Fizemos lista em um site e na fast shop, mas acabamos ganhando muitos presentes físicos de outras lojas também. Agora mandamos fazer aquele cartão com papel de convite, com o nosso nome de casados, e vamos agradecer os presentes individualmente, enviando o cartão pra casa deles ?

 

Ficha técnica:

✓ Cerimonial e Assessoria – Inesquecível Assessoria (E produção do Bisutti)

✓ Celebrante – Luciano Toledo

✓ Local da Cerimônia e Festa – mezanino do Bisutti da Cardoso de Melo

✓ Cabelo e Maquiagem – Belladare

✓ Sapatos – Luiza Barcelos

✓ Buquê – Acorda, Margarida!

✓ Lapelas dos padrinhos – Acorda, Margarida! (noivo e meu irmão mais velho, que entrou comigo) e Bisutti (padrinhos)

✓ Alianças – H.Stern

✓ Música Cerimônia (Coral, Orquestra) – Quarteto de cordas – Synchrony Soul

✓ Música Festa (DJ, Banda, Sax, Bateria) – Banda Synchrony Soul

✓ Foto – Bruno Franco e Renan Sesicki

✓ Filme – Renan Sesicki

✓ Buffet – Bisutti

✓ DJ – Bianco Proeminent

✓ Decorador – Bisutti

✓ Plantas – Bisutti e Visual com Verde (As palmeiras Fênix que aluguei pro salão e o muro inglês que contratei pra parte de cerimônia)

✓ Bolo – Nininha Sigrist

✓ Topo do bolo/noivinhos: Pati Mendes

✓ Doces – Nininha Sigrist e Fleur de Sucre

✓ Bem-casados – Ana Cristina

✓ Lembrancinhas – Havaianas originais, da loja Wilson Atacado, no Brás (R$ 8.60 a unidade! Fica a dica! Kkkk)

✓ Convite e identidade visual – Papel e Estilo

✓ Calígrafa – Ana Arrudha

✓ Roupa do noivo –  Brooksfield e Ricardo Almeida

✓ Hotel da noite de núpcias e dia da noiva – Grand Hyatt Berrini

✓ Lista de presentes – Site e Fast Shop

✓ Vinho – Casa Lisboa

✓ Kit Toillet: usamos bandejas de prata e acessórios que tínhamos em casa e eu comprei os itens para compor

✓ Detalhes da decoração – menu e toalhas do Bisutti, porta-guardanapos da LUPP Locações, menu de mesa da Papel e Estilo. Forminhas de doce da Stella, fornecedora de São José do Rio Preto.

✓ Acessórios de Pista – Comprados na 25 de março.

✓ Bastões de LED foram encomendados em uma lojinha do Elo 7, a Somos Brindes. Os Vale Chinelos e as caixinhas para as gravatas dos padrinhos também foram do Elo7.

✓ Plaquinha com a #CamillaeGuigo – Ateliê Baobá

 

 

* Foto destaque Renan Sesicki

 

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